Rondônia, segunda-feira, 6 de setembro de 2010 Notícias em RSS :  |
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O Estado de Rondônia
possui atualmente 52 municípios,
quase todos recentemente
colonizados, com predominância
em atividades primárias.
Conta com uma população
de 1,3 milhões de
habitantes, o que
corresponde a uma
densidade populacional
de 5,02 habitantes
por Km2 .
A formação do Estado
teve início no século
XVIII, com a entrada
dos bandeirante, em
1776, em busca da
mão-de-obra indígena,
ouro, pedras preciosas
e especiarias. Nesse
mesmo período foi
construído o Forte
Príncipe da Beira,
situado às margens
do Guaporé, rio internacional
e fronteiriço com
a República da Bolívia.
MUNICÍPIO |
POPULAÇÃO |
| Alta
Floresta D'Oeste |
27.563
|
| Alto
Alegre dos Parecis |
13.852
|
| Alto
Paraíso |
14.532
|
| Alvorada
D'Oeste |
19.711
|
| Ariquemes |
79.680
|
| Buritis |
32.774
|
| Cabixi |
7.478
|
| Cacaulândia |
5.411
|
| Cacoal |
74.758
|
| Campo
Novo de Rondônia |
14.446
|
| Candeias
do Jamari |
14.874
|
| Castanheiras |
4.162
|
| Cerejeiras |
17.794
|
| Chupinguaia |
5.991
|
| Colorado
do Oeste |
20.412
|
| Corumbiara |
10.022
|
| Costa
Marques |
10.255
|
| Cujubim |
7.662
|
| Espigão
D'Oeste |
26.468
|
| Governador
Jorge Teixeira |
15.785
|
| Guajará-Mirim |
39.728
|
| Itapuã
do Oeste |
7.604
|
| Jaru |
54.701
|
| Ji-Paraná |
109.573
|
| Machadinho
D'Oeste |
25.645
|
| Ministro
Andreazza |
11.292
|
| Mirante
da Serra |
13.570
|
| Monte
Negro |
14.400
|
| Nova
Brasilândia D'Oeste |
17.458
|
| Nova
Mamoré |
17.098
|
| Nova
União |
8.772
|
| Novo
Horizonte do Oeste |
12.543
|
| Ouro
Preto do Oeste |
40.822
|
| Parecis |
3.448
|
| Pimenta
Bueno |
31.612
|
| Pimenteiras
do Oeste |
2.571
|
| Porto
Velho |
353.961
|
| Presidente
Médici |
25.926
|
| Primavera
de Rondônia |
4.345
|
| Rio
Crespo |
3.215
|
| Rolim
de Moura |
48.434
|
| Santa
Luzia D'Oeste |
11.380
|
| São
Felipe D'Oeste |
7.143
|
| São
Francisco do Guaporé |
14.370
|
| São
Miguel do Guaporé |
26.927
|
| Seringueiras |
13.584
|
| Teixeirópolis |
5.733
|
| Theobroma |
12.468
|
| Urupá |
16.081
|
| Vale
do Anari |
9.081
|
| Vale
do Paraíso |
10.105
|
| Vilhena |
58.687 |
Fonte : IBGE/2003
Primeiro grande movimento
migratório ocorreu
por volta de 1877,
com os nordestinos,
em virtude da grande
seca de 77; com o
advento da revolução
industrial, quando
houve uma demanda
intensa de borracha
natural na Amazônia,
beneficiando o então
Território do Guaporé.
A partir da década
de 50, o governo cria
oficialmente vários
territórios, e dentre
eles o Território
Federal do Guaporé,
que em 1956 passa
a se chamar Território
Federal de Rondônia,
transformado em 1981
em Estado, com o mesmo
nome. Nas últimas
décadas o Estado de
Rondônia sofreu um
intenso e massificado
processo de ocupação
populacional, atingindo
níveis percentuais
nunca registrados,
na ordem 342%, cuja
população é oriunda
de diversas regiões
do País. Para registro,
só na década de 70,
chegaram ao Estado
285 mil migrantes
com o objetivo de
fixarem-se em atividades
rurais.
Crescimento
Populacional em Rondônia
ANO |
RURAL |
URBANO |
TOTAL |
1950
1960
1970
1980
1996
2003(*) |
23.119
39.606
51.500
262.530
466.561
/ |
13.816
30.626
59.564
228.539
762.755
/ |
36.935
70.232
111.064
491.069
1.229306
1.431.777
|
Fontes:
MINTER/SEPLAN/RONDÔNIA
(s/d) e Rondônia (1995a)
(*)
- 2003 - IBGE - Contagem
de população/2003.
Evolução
do total de migrantes
cadastrados em Rondônia.
ANO |
TOTAL |
1977 |
9.140 |
1978 |
12.658 |
1979 |
36.791 |
1980 |
49.205 |
1981 |
60.218 |
1982 |
68.052 |
1983 |
92.723 |
1984 |
119.583 |
1985 |
125.453 |
1986 |
135.514 |
1991 |
193.599 |
1994
(*) |
207.115 |
TOTAL
GERAL |
783.527 |
Fontes: SEPLAN/RO/CETREMI (s/d) E Rondônia (1995a)
(*) Estimativa da Fiero/
1995
Crescimento
populacional de Rondônia,
região norte e Brasil
PERÍODO |
RONDÔNIA
(%) |
REGIÃO
NORTE (%) |
BRASIL
(%) |
1950/1960 |
6.89 |
3.34 |
22.99 |
1960/1970 |
4.76 |
3.47 |
2.89 |
1970/1980 |
16.03 |
5.02 |
2.48 |
1980/1991 |
7 |
5.12 |
1.93 |
Fontes:
IBGE (1991)
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Crescimento
populacional de Rondônia,
região norte e Brasil
PERÍODO |
RONDÔNIA
(%) |
REGIÃO
NORTE (%) |
BRASIL
(%) |
1950/1960 |
6.89 |
3.34 |
22.99 |
1960/1970 |
4.76 |
3.47 |
2.89 |
1970/1980 |
16.03 |
5.02 |
2.48 |
1980/1991 |
7 |
5.12 |
1.93 |
Fontes: IBGE (1991)
Os
Estados que mais
contribuíram para
o fluxo migratório
em Rondônia.
ESTADOS |
PARTICIPAÇÃO
(%) |
Paraná
- PR |
39.0 |
Mato
Grosso
- MT |
17.5 |
Mato
Grosso
do Sul
- MS |
09.8 |
São
Paulo
- SP |
06.8 |
O
seu elevado índice
pluviométrico de 1800
mm/ano, garante significativa
possibilidade agrícola
, que faz de Rondônia
atingir a 10a (ANULPEC/99 - FNP
- Consultoria) posição
no ranking do rebanho
bovino brasileiro
com 5,2 milhões cabeças.
(IDARON/99)
O
conhecimento básico
dos meios físicos
e bióticos, possibilitará
o emprego de tecnologia
de exploração sustentável
de recursos minerais
e natural que possam
atender e melhorar
o desenvolvimento
das atividades produtivas
do Estado.

As formações rochosas
e o potencial hidrográfico
formado pelo rio Madeira,
o maior afluente do
rio Amazonas, com
uma vazão média de
23 mil m3 /segundo, com seus
1.700 km de extensão
em território brasileiro.
Também constituindo-se
um dos maiores do
mundo, além de 08
principais bacias,
se destacando a bacia
do Guaporé, o que
demonstra um potencial
turístico com destaque
para o ecológico,
em razão da grande
biodiversidade da
floresta amazônica.
Um
PIB em crescimento
O Estado de Rondônia
possui o 3° PIB regional,
superado apenas pelo
Pará e Amazonas. Enquanto
o país apresentava
no início da década
de noventa, mais precisamente
nos anos 91 e 92 taxas
de crescimento 1,1%
e 9% respectivamente,
a economia rondoniense
teve um crescimento
de 14,3% no exercício
91/92 para 37,04%
no período de 1994/95,
contra somente 21,23%
da economia brasileira.
Isto demonstra o maior
dinamismo da economia
estadual face a nacional.
Malha
viária
Dos 27.240 Km de
rodovias, o Estado
de Rondônia possui
aproximadamente 4.883
Km planejadas, 1.397
Km pavimentadas, e
20.951 Km não pavimentadas
e em boas condições
de tráfego e outras
9 Km em construção
(IBGE-1997). A sua
malha viária interliga
a maioria das cidades
através da rodovia
Cuiabá/Porto Velho/Rio
Branco/Boqueirão da
Esperança (fronteira
com o Peru) - BR 364.
Estrada pioneira,
principal responsável
pela ocupação do sudoeste
amazônico, na fronteira
oeste do Brasil com
a Bolívia e o Peru.
Com seus 1.200 Km,
é de importância histórica
e econômica para Rondônia.
Por outro lado com
5.200 Km de rodovias
estaduais e mais 1.940
Km de rodovias federais
a malha viária estadual
interliga todas as
cidades do Estado
com os outros centros.
Com o crescimento
da produção agropecuária
o Governo do Estado
envidou esforços para
desenvolver-se no
sentido de interligar
regiões produtoras,
que dispõe de uma
malha viária municipal
superior a 20.000
Km em sua maioria
não pavimentadas.
A produção de Rondônia
chega até a zona portuária
brasileira por dois
itinerários distintos,
a começar pela BR
364 sentido Sul-Norte
atravessando todo
o Estado até o Porto
Graneleiro na Hidrovia
do Rio Madeira e o
transporte rodoviário
no sentido norte-sul
também pela BR 364
com destino ao centro
sul do país.O tráfego
aéreo em Rondônia,
com saídas e chegadas
diárias das principais
capitais e cidades
brasileiras, tendo
linhas regulares de
todas grandes companhias
áreas nacionais. Atualmente
o aeroporto de Porto
Velho - Na eminência
de receber o status
de internacional,
movimentou no ano
de 1998, 123.835 embarque
e 122.875 desembarque
de passageiros, embarcou
1.829.476 toneladas
de cargas e desembarcou
1.653.705 toneladas
de cargas (INFRAERO
- 1998).
Sendo que também as
cidades de Guajará-Mirim,
Ji-Paraná e Vilhena,
possuem aeroportos
com capacidade e infra-estrutura
para atender as necessidades
empreendedoras.
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Força energética em
constante evolução
O mercado de energia
elétrica apresenta
o seguinte quadro
estatístico: o consumo
de energia elétrica
no ano de 1996 foi
de 828.065 MW/h, acarretando
um crescimento de
9,4% comparativamente
a 1995. Em 1996 não
manteve ao longo do
ano crescimento expressivo,
quando comparado ao
exercício anterior,
pois em 1995 o consumo
de energia obteve
um significativo crescimento
na historia da empresa
responsável pela sua
gestão (27,8%), comparado
aos últimos 10 anos.

Deve-se ressaltar
que este índice foi
alcançado em função
de uma base extremamente
baixa em 1994, quando
o interior do Estado
sofria por intenso
racionamento principalmente
em grandes cidades
como Ji-Paraná, Ariquemes,
Cacoal Pimenta Bueno
e Jaru, hoje interligadas
ao sistema Eletronorte.
Ainda assim, a taxa
de crescimento do
mercado ocorrida em
1996 (9,4%) foi muito
expressiva para o
mercado da CERON,
quando comparada com
os anos de 1992, 1993
e 1994 que cresceram
1,7%, 0,3% e 4,7%,
respectivamente.
Consumo
de Energia por Classe
(MW/h) - 1996
Classe |
1996 |
Part.
% |
1995 |
Part.
% |
Tx.
Cresc. 95/96
(%) |
Tx.Cresc.
95/94 (%) |
Residencial |
387.928 |
46,8 |
359.379 |
47,5 |
7,9 |
28,8 |
Industrial |
85.861 |
10,4 |
71.906 |
9,5 |
19,4 |
49,1 |
Comercial |
202.929 |
24,5 |
190.636 |
25,2 |
6,4 |
27,8 |
Rural |
26.098 |
3,2 |
18.257 |
2,4 |
42,9 |
88,0 |
Poder
Público |
66.976 |
8,1 |
57.891 |
7,6 |
15,7 |
18,8 |
Ílumin.
Pública |
31.996 |
3,9 |
32.075 |
4,2 |
-0,3 |
0,8 |
Serviço
Público |
24.046 |
2,9 |
24.447 |
3,2 |
-1,6 |
3,6 |
Próprio |
1.825 |
0,2 |
2.120 |
0,3 |
-13,9 |
13,5 |
Interno |
433 |
0,1 |
378 |
0,0 |
14,6 |
-15,4 |
Total |
828.065 |
100,0 |
757.089 |
100,0 |
9,4 |
27,8 |
Fonte : Fiero/1997
Consumo
- MW/h - 1996
Localidade |
1996 |
Part.
% |
1995 |
Part.
% |
Tx.
Cresc. 95/96
(%) |
Tx.Cresc.
95/94 (%) |
Poro
Velho |
334.507 |
40,4 |
315.532 |
41,7 |
6,0 |
18.2 |
Ji-Paraná |
90.701 |
11,0 |
82.617 |
10,9 |
9,8 |
46,8 |
Ariquemes |
63.635 |
7,7 |
57.393 |
7,6 |
10,9 |
56,2 |
Cacoal |
52.099 |
6,3 |
46.175 |
6,1 |
12,8 |
31,6 |
Vilhena |
40.828 |
4,9 |
38.065 |
5,0 |
7,3 |
13,2 |
Jaru |
30.727 |
3,7 |
24.867 |
3,3 |
23,6 |
38,5 |
Pimenta
Bueno |
25.922 |
3,1 |
25.866 |
3,4 |
0,2 |
25,2 |
Guajará-Mirim |
25.762 |
3,1 |
23.306 |
3,1 |
10,5 |
14,6 |
Ouro
Preto d'Oeste |
24.639 |
3,0 |
23.747 |
3,1 |
3,8 |
46,6 |
Rolim
de Moura |
24.380 |
2,9 |
22.208 |
2,9 |
9,8 |
28,0 |
Colorado
d'Oeste |
11.740 |
1,4 |
10.694 |
1,4 |
9,8 |
15,8 |
Espigão
d'Oeste |
11.715 |
1,4 |
11.003 |
1,5 |
6,5 |
26,7 |
Presidente
Médici |
11.439 |
1,4 |
9.993 |
1,3 |
14,5 |
53,8 |
Cerejeiras |
9.278 |
1,1 |
8.116 |
1,1 |
14,3 |
21,9 |
Alta
Floresta |
6.172 |
0,7 |
5.548 |
0,7 |
11,2 |
39,2 |
Alvorada
d'Oeste |
5.654 |
0,7 |
5.325 |
0,7 |
6,2 |
40,3 |
Machadinho
d'Oeste |
4.335 |
0,5 |
3.547 |
0,5 |
22,2 |
36,5 |
Candeias
do Jamari |
3.837 |
0,5 |
3.766 |
0,5 |
1,9 |
-9,1 |
Montenegro |
3.689 |
0,4 |
2.564 |
0,3 |
43,9 |
166,0 |
Costa
Marques |
3.506 |
0,4 |
3.537 |
0,5 |
-0,9 |
26,1 |
Nova
Brasilândia |
3.285 |
0,4 |
2.960 |
0,4 |
11,0 |
68,4 |
SUBTOTAL |
787.850 |
95,1 |
726.829 |
96,0 |
8,4 |
27,0 |
OUTRAS |
40.215 |
4,9 |
30.260 |
4,0 |
32,9 |
49,5 |
TOTAL
GERAL |
828.065 |
100,0 |
757.089 |
100,0 |
9,4 |
27,8 |
Fonte
: Fiero/1997 |
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