Notícias
Prefeito visita obras emergenciais em Porto Velho
Data : 6/2/2010


O secretário municipal de obras, Marcelo Fernandes, explicou que a Semob está construindo uma nova galeria para corrigir o problema, já que parte do asfalto cedeu e não havia a menor possibilidade de recuperar o bueiro. “Estamos trabalhando aqui há 12 dias. Tivemos que interromper o trânsito nos dois sentidos e abrir essa enorme vala de um lado a outro da rua, mas acreditamos que até o final da semana que vem o trabalho seja concluído”, completou.
Ainda de acordo com Marcelo Fernandes, a obra da Prefeitura na Rio de Janeiro envolveu outros órgãos da administração municipal, como a Defesa Civil e Secretaria de Assistência Social (Semas), que retirou quatro famílias em situação de risco. Roberto Sobrinho disse que o estrago na Avenida Rio de Janeiro é apenas um dos grandes efeitos provocados pelo inverno e que exige uma intervenção imediata da Prefeitura. “O bueiro foi construído há quase 20 anos, não suportou o volume das águas pluviais e cedeu”, comentou.
Problemas semelhantes ocorreram na Estrada de Santo Antônio, no Igarapé Bate Estaca; na Rua Pau Ferro, zona Sul de Porto Velho e nas confluências das Ruas Espanha e Inglaterra, Conjunto Ipase Novo, área nobre na região central da Cidade. O primeiro caso foi resolvido em parceria com consórcio responsável pela construção da Hidrelétrica de Santo Antônio; no segundo e no terceiro, a exemplo da Rio de Janeiro, as obras são feitas com recursos próprios do município. No Ipase Novo a Prefeitura teve que construir quase 200 metros de galeria para resolver o problema.
Roberto adiantou que na próxima semana a prefeitura inicia a construção de uma nova galeria nas confluências das ruas Tenreiro Aranha e São Paulo, também no centro da cidade. “A operação inverno da prefeitura é permanente e é necessária, tanto corrigindo os locais afetados quanto limpando e desobstruindo canais”, informou o prefeito. Ele ainda lamentou a falta de consciência de muitos moradores que insistem em jogar lixo nos canais e contribuem para o problema de alagações, colocando muitas famílias em risco.