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Mais um acidente em Espigão do Oeste

Data : 9/12/2009

   

No início da noite desta terça-feira, 08, por volta das 18h45,  duas motonetas sendo uma C100 Dream e uma C100 Biz, se chocaram na Rua Serra Azul com Roraima, no Bairro Caixa D`água. De acordo com Nelson de Queiroz que conduzia a motoneta Biz, placa JXF 1269 de Manaus-AM e de cor azul, ele foi surpreendido por Flávio Novaes Ferreira. Segundo depoimento de Queiroz, ele estava descendo em baixa velocidade a Rua Serra Azul e Novaes estava subindo, ao passar o cruzamento com a Rua Roraima, o choque aconteceu. O pneu dianteiro da C100 BIZ conduzida por Queiroz, acertou a perna direita de Novaes que estava na contra mão da Rua Serra Azul, próximo a calçada que dá acesso ao portão de sua casa.
Novaes conduzia a motoneta C100 Dream, placa NDO 6222 de Pimenta Bueno e teve a perna direita quebrada na altura da canela.
Ambos condutores foram conduzidos para a Unidade Mista de Saúde (UMS), onde receberam tratamento do médico plantonista.
As motonetas foram recolhidas ao pátio da Ciretran-EO, devido irregularidades na documentação das mesmas. 


No município o crescente número de acidentes vem assustando a população, recentemente o comandante da PM Subtenente Firmino, cedeu entrevista nas emissoras de rádio locais, falando sobre o assunto.

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Comandante da PM em Espigão, fala do crescente número de Acidentes no Trânsito


“Não há como manter o Grupamento de Trânsito com o efetivo que temos disponível. Essa é uma realidade que vários municípios estão enfrentando.”

Em entrevista cedida a nossa reportagem, o comandante da polícia militar do município de Espigão do Oeste, Subtenente Aparecido Firmino, afirmou que não dispõe de efetivo suficiente para patrulhar o trânsito no município.
Quando indagado sobre o crescente número de acidentes no trânsito, o comandante local respondeu que não é apenas um problema de Espigão, mas, que  municípios como Cacoal, Pimenta Bueno, Rolim de Moura e Ji-Paraná também estão sofrendo muito com o aumento nas estatísticas.

Firmino fez ainda críticas sobre a engenharia municipal de trânsito. “Em um município a engenharia de trânsito tem de funcionar, o administrador do município tem que se reunir com o engenheiro de trânsito e a polícia militar, para conversarem sobre os problemas no trânsito, e apontarem quais as soluções, evitando assim, que muitos acidentes ocorram,” disse o militar.

O comandante disse ainda que a sinalização da vias urbanas no município, é aceitável e que, foi feito junto à câmara de vereadores reivindicações para que várias Ruas recebam redutores de velocidade(quebra-molas), destacando o cruzamento das Ruas Sergipe/Matriz, onde no mês de novembro, ocorreram cerca de cinco(05) acidentes.

O militar afirmou que o maior número dos acidentes ocorrem por falta de respeito à sinalização, (que foi considerada aceitável) e até negligência-(descuido e/ou relaxo)- por parte de alguns condutores.

Indagado sobre quais os motivos da não presença do Grupamento de Trânsito da PM nas Ruas do município, Firmino salientou; “Não há como manter o Grupamento de Trânsito com o efetivo que temos disponível. Essa é uma realidade que vários municípios estão enfrentando.”

O comandante da polícia militar disse que somente nos dois últimos meses, foram registradas mais de Duzentas (200) Ocorrências do tipo BOAT (Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito), um aumento considerável de um para quatro registros diários. “Temos hoje disponíveis para cada viatura 3 policiais militares, um efetivo de 7 ou 8 militares fazendo as Rondas, exceto os policiais que trabalham no setor administrativo, atendemos ainda o auxílio a doente, pois, as viaturas prestam este tipo de serviço quando não há disponível ambulância,” afirmou o comandante.

Firmino disse que há certa demora quando alguma viatura quebra, devido a falta do convênio que existia até o ano passado com o executivo municipal.  “Não temos de reclamar, pois, o governo do estado faz a sua parte, temos combustíveis, peças a nossa disposição, mas, a demora de um ou dois dias, acontece devido nossa regional ser Cacoal e termos de encaminhar tudo para lá. Quando tínhamos o convênio com o executivo municipal, era mais fácil, peças de R$50 até R$ 150, era feito por aqui e muitas vezes a viatura avariada, ficava menos de um dia parada,” disse.

Indagado porque este convênio não existe mais, o comandante disse não saber os motivos que levaram o cancelamento do mesmo  pelo chefe do executivo, prefeito Célio Renato (PMDB), pois, era de grande valia para sanar pequenos problemas com as viaturas em tempo recorde, problemas esses, que hoje chegam durar dois ou três dias para serem resolvidos.

Autor : Portalrondonia.com   Fonte : Sallin Sales
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Comentário : O comandante esqueceu de citar as escoltas de presos para audiências no forum local que também são realizadas pela polícia militar.

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