Servidor público é morto em frente ao local de trabalho
15/12/2015|  Autor : COMANDO 190|   Fonte : COMANDO 190

 

O crime aconteceu por volta das 22h30, desta segunda-feira em frente ao Fhemeron, no 1º Distrito de Ji-Paraná. Segundo testemunhas, o técnico de laboratório Nilson Jacob de Souza, de 58 anos, estava conversando com sua ex-companheira na frente da clínica, quando um homem, trajando calça jeans e camiseta vermelha, se aproximou e conversaram por aproximadamente dois minutos. Em seguida, o homem sacou uma pistola e efetuou quatro disparos, acertando dois na vítima.
 Após o crime, o atirador fugiu do local em uma motocicleta Honda Fan, de cor vermelha.

As guarnições de Rádio Patrulha e um Unidade do Corpo de Bombeiros rapidamente chegaram ao local e conduziram a vítima ao HM, mas devido à gravidade dos ferimentos, não resistiu e morreu na sala do pronto atendimento.
 
Ainda no local, a PM começou a colher informações sobre o caso e acabou desconfiando da mulher, pois sempre entrava em contradições, contando histórias diferentes.
 
Uma câmera de segurança de um estabelecimento comercial próximo ao local do homicídio filmou o atirador se aproximando do casal e depois de três minutos, o suspeito aparece novamente no vídeo correndo no sentido contrário.

Ao ver a filmagem, a mulher acabou confessando que estava conversando com seu ex-marido quando apareceu o atual companheiro, identificado apenas como “Junior”. A mulher ainda contou que “Junior” começou uma discussão, sendo que logo em seguida sacou uma arma de fogo e disparou contra Nilson.
 
Os PMs foram até a casa da mulher e ao chegar no local encontraram a carreta Bi-trem que o atual marido trabalha, porém ele não foi localizado. Um dos filhos confessou que emprestou a moto para o padrasto, mas, segundo ele, não sabia qual era sua verdadeira intenção.
 
Diante dos fatos, os PMs conduziram mãe e filho para a delegacia de polícia e foram apresentando a autoridade policial para esclarecimentos.
 
CONFISSÃO
 
Mais tarde, já na Delegacia, o jovem de 22 anos, identificado como Eduardo Goulart Lima, resolveu colaborar com a Polícia e confessou que participou do homicídio. Segundo o suspeito, seu padrasto chegou na casa e pediu para que ele o levasse até onde sua mãe estava, pois queria apenas conversar. Ao chegar na esquina na Rua Clovis Arrais, ele parou a motocicleta e o padrasto foi ao encontro do casal.
 
Logo em seguida ouviu os tiros e avistou seu padrasto correndo em direção da moto. Ao saber sobre o que tinha acontecido, Eduardo fugiu e se escondeu em sua casa. Já o padrasto saiu com a moto e não falou para onde iria, abandonando a carreta na frente da residência.


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