2ª REUNIÃO DA SALA DE CRISE SOBRE A CHEIA 2018

Na tarde dessa última terça-feira (31) ocorreu na  sala de videoconferência do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia de Porto Velho (Censipam) a segunda reunião da sala de crise, onde foram divulgadas as informações de monitoramento e previsão de vazões e cotas. A sala de crise, instituída e coordenada pela Agência Nacional de Águas (ANA) constitui-se de um fórum de discussões técnicas sobre o desenvolvimento da cheia do rio Madeira, com a participação dos atores dos governos Federal, dos Estados do Acre, Rondônia e dos respectivos organismos de Defesa Civil.

O nível do rio Madeira, hoje com 1416 cm, vem acumulando uma queda que já totaliza 88 cm desde o último dia 26 de janeiro, quando a estação do porto registrou a cota de 1504 cm. A recessão, no entanto é temporária, pois as previsões meteorológicas do Censipam e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) convergem para o prognóstico de chuvas acima da média na região das cabeceiras das bacias dos rios Beni e Mamoré, nos próximos 15 dias, porém em volumes inferiores aos conferidos em 2014.

Para acompanhar a evolução da cheia, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), responsável pela operação da rede hidrológica da ANA com a coleta dos dados da bacia do rio Madeira,  divulga seu boletim semanal que, a partir dessa semana passou a incorporar as saídas do modelo desenvolvido pelo CEMADEN. Segundo o mesmo, as vazões do rio devem chegar a 17.000 m3/s em Guajará Mirim, que corresponde à cota de 1100 cm na régua da estação local, até o dia 09 de fevereiro. Para Porto Velho, a previsão é de 39.000 m3/s que corresponde aproximadamente à cota de 1580 cm na régua da estação fluviométrica da ANA.

Acompanharam a reunião pela sala de videonferência do Censipam/CR PV os representantes das Defesas Civis estadual e municipal, PRF (Policia Rodoviária Federal), Departamento Nacional Infraestrutura de Transportes (DNIT), ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) e SOPH (Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia).

Fonte: CENSIPAM/CR PV

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